| Ocupação irregular começou em 1992 |
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Publicação: 05/10/2009 18:05 Atualização: 05/10/2009 18:35
RIO - O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta segunda-feira o novo ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com base em informações do ano de 2007. O indicador reúne dados sobre riqueza, educação e expectativa de vida. A pontuação varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo de 1, melhor é a qualidade de vida do país.
Confira o ranking:
Desenvolvimento humano muito elevado (IDH igual ou maior que 0,900)1) Noruega 0,971
2) Austrália 0,970
3) Islândia 0,969
4) Canadá 0,966
5) Irlanda 0,965
6) Holanda 0,964
7) Suécia 0,963
8) França 0,961
9) Suíça 0,960
10) Japão 0,960
11) Luxemburgo 0,960
12) Finlândia 0,959
13) Estados Unidos 0,956
14) Áustria 0,955
15) Espanha 0,955
16) Dinamarca 0,955
17) Bélgica 0,953
18) Itália 0,951
19) Liechtenstein 0,951
20) Nova Zelândia 0,950
21) Reino Unido 0,947
22) Alemanha 0,947
23) Cingapura 0,944
24) Hong Kong, China (Região Administrativa Especial) 0,944
25) Grécia 0,942
26) Coreia, República da 0,937
27) Israel 0,935
28) Andorra 0,934
29) Eslovênia 0,929
30) Brunei Darussalam 0,920
31) Kuwait 0,916
32) Chipre 0,914
33) Qatar 0,910
34) Portugal 0,909
35) Emirados Árabes Unidos 0,903
36) República Tcheca 0,903
37) Barbados 0,903
38) Malta 0,902
Desenvolvimento humano elevado (IDH entre 0,800 e 0,900)39) Bahrein 0,895
40) Estônia 0,883
41) Polônia 0,880
42) Eslováquia 0,880
43) Hungria 0,879
44) Chile 0,878
45) Croácia 0,871
46) Lituânia 0,870
47) Antígua e Barbuda 0,868
48) Letônia 0,866
49) Argentina 0,866
50) Uruguai 0,865
51) Cuba 0,863
52) Bahamas 0,856
53) México 0,854
54) Costa Rica 0,854
55) República Árabe Líbia Popular e Socialista 0,847
56) Omã 0,846
57) Seychelles 0,845
58) Venezuela, Rep. Bolivariana da 0,844
59) Arábia Saudita 0,843
60) Panamá 0,840
61) Bulgária 0,840
62) São Cristóvão e Nevis 0,838
63) Romênia 0,837
64) Trindade e Tobago 0,837
65) Montenegro 0,834
66) Malásia 0,829
67) Sérvia 0,826
68) Bielorússia 0,826
69) Santa Lúcia 0,821
70) Albânia 0,818
71) Federação Russa 0,817
72) Macedônia, Antiga Rep. Jugoslava da 0,814
73) Dominica 0,814
74) Granada 0,813
75) Brasil 0,813
76) Bósnia e Herzegovina 0,812
77) Colômbia 0,807
78) Peru 0,806
79) Turquia 0,806
80) Equador 0,806
81) Maurícia 0,804
82) Cazaquistão 0,804
83) Líbano 0,803
Desenvolvimento humano médio (IDH entre 0,500 e 0,800)84) Armênia 0,798
85) Ucrânia 0,796
86) Azerbaijão 0,787
87) Tailândia 0,783
88) Irã, República Islâmica do 0,782
89) Geórgia 0,778
90) República Dominicana 0,777
91) São Vicente e Granadinas 0,772
92) China 0,772
93) Belize 0,772
94) Samoa 0,771
95) Maldivas 0,771
96) Jordânia 0,770
97) Suriname 0,769
98) Tunísia 0,769
99) Tonga 0,768
100) Jamaica 0,766
101) Paraguai 0,761
102) Sri Lanka 0,759
103) Gabão 0,755
104) Argélia 0,754
105) Filipinas 0,751
106) El Salvador 0,747
107) República Árabe da Síria 0,742
108) Fiji 0,741
109) Turquemenistão 0,739
110) Territórios Ocupados da Palestina 0,737
111) Indonésia 0,734
112) Honduras 0,732
113) Bolívia 0,729
114) Guiana 0,729
115) Mongólia 0,727
116) Vietnã 0,725
117) Moldávia 0,720
118) Guiné Equatorial 0,719
119) Uzbequistão 0,710
120) Quirguizistão 0,710
121) Cabo Verde 0,708
122) Guatemala 0,704
123) Egito 0,703
124) Nicarágua 0,699
125) Botsuana 0,694
126) Vanuatu 0,693
127) Tajiquistão 0,688
128) Namíbia 0,686
129) África do Sul 0,683
130) Marrocos 0,654
131) São Tomé e Príncipe 0,651
132) Butão 0,619
133) Rep. Democrática Popular do Laos 0,619
134) Índia 0,612
135) Ilhas Salomão 0,610
136) Congo 0,601
137) Camboja 0,593
138) Miamar 0,586
139) Comores 0,576
140) Iémen 0,575
141) Paquistão 0,572
142) Suazilândia 0,572
143) Angola 0,564
144) Nepal 0,553
145) Madagascar 0,543
146) Bangladesh 0,543
147) Quênia 0,541
148) Papua-Nova Guiné 0,541
149) Haiti 0,532
150) Sudão 0,531
151) Tanzânia República Unida da 0,530
152) Gana 0,526
153) Camarões 0,523
154) Mauritânia 0,520
155) Djibuti 0,520
156) Lesoto 0,514
157) Uganda 0,514
158) Nigéria 0,511
Desenvolvimento humano baixo (IDH abaixo de 0,500)159) Togo 0,499
160) Malawi 0,493
161) Benim 0,492
162) Timor-Leste 0,489
163) Costa do Marfim 0,484
164) Zâmbia 0,481
165) Eritreia 0,472
166) Senegal 0,464
167) Ruanda 0,460
168) Gâmbia 0,456
169) Libéria 0,442
170) Guinea 0,435
171) Etiópia 0,414
172) Moçambique 0,402
173) Guiné-Bissau 0,396
174) Burundi 0,394
175) Chade 0,392
176) Congo, República Democrática do 0,389
177) Burkina Faso 0,389
178) Mali 0,371
179) República Centro-Africana 0,369
180) Serra Leona 0,365
181) Afeganistão 0,352
182) Níger 0,340
JORNAL DE BRASÍLIA
29/09/09
Brasília toda verde e amarela
Carros ganham pintura nova, mas categoria não aprova medida
Gabriela Borelli
gabriela. borelli@ jornaldebra silia. com. br
Às vésperas do aniversário de 50 anos e contando os dias para a Copa de 2014, Brasília começa a ficar mais verde e amarela. É que desde a semana passada os táxis da cidade começaram a ser plotados com faixas das cores brasileiras. As faixas ajudam a identificar os veículos, além de estabelecer uma identidade visual para o serviço. A mudança, estabelecida pela Secretaria de Transporte do DF, está sendo aplaudida pela população.
Os taxistas, no entanto, alegam insatisfação com a medida. Apesar de todo o planejamento da capital federal, a frota de táxi apresentava uma das piores identificações visuais. Desde o ano passado, uma série de medidas está sendo apresentada e adotada pelos motoristas. A intenção é padronizar o serviço. "Em qualquer lugar do mundo, os táxis têm uma cor diferenciada. Aqui não podia ser diferente", ressaltou o secretário de Transportes, Alberto Fraga.
As primeiras mudanças adotadas foram a padronização das cores dos carros, que devem ser branco, cinza ou prata. Segundo a secretaria, 90% da frota já atendeu a essa recomendação. Desses, 60% dos carros são prata. Além disso, os veículos devem ter quatro portas, ar-condicionado, no máximo seis anos de vida e ser do tipo sedan, com porta-malas de 290 litros. "O táxi é um serviço público e o veículo deve ter um mínimo de conforto", pontuou Fraga.
Os motoristas também passaram por uma repaginação. Desde o ano passado, eles devem trajar esporte fino e manter a aparência pessoal adequada. Em junho desse ano, 63 desses motoristas se formaram em um curso de inglês. A ideia é que todos os taxistas do DF procurem o serviço disponibilizado pela secretaria.
A recomendação mais recente, estabelecida por decreto, é a nova programação visual da frota de Brasília. "O design é bonito e foi aprovado pela população", comentou o secretário de Transportes. Segundo ele, pesquisas mostram que a identificação da frota registra 97% de aceitação da comunidade.
No dia 1º de outubro a plotagem começa a valer de verdade. Mas, desde a semana passada, o serviço já é oferecido para os motoristas. Até a tarde de ontem, 820 taxistas tinham comparecido espontaneamente ao serviço de plotagem. Os carros identificados e que atenderem corretamente às solicitações da secretaria receberão o Selo Brasília, que permitirá que o veículo circule pelo Aeroporto e pelo Plano Piloto.
SAIBA +
Para ter o Selo Brasília, o veículo deve ter no máximo seis anos. Deve ter quatro portas e ar condicionado. Ter capacidade mínima do porta-malas de 290 litros. Deve ter cores branca, cinza claro ou prata. Deve ter a programação visual definida pela Secretaria de Estado de Transportes . O motorista deve trajar esporte fino e manter aparência pessoal adequada.
Motoristas reclamam
Apesar de todos os esforços da Secretaria de Transportes para atender aos pedidos dos taxistas, a classe não esconde a insatisfação com as novas exigências.
"A gente cumpre mas não quer dizer que estamos concordando. Já que teria que fazer isso mais cedo ou mais tarde, achei melhor fazer logo. Me livro, pelo menos, das filas", ressaltou Aldenir dos Santos. Taxista há dez anos, ele tem uma série de considerações sobre o decreto. "Concordo com todas as outras medidas, como carro novo e boa aparência", defende. Mas, segundo ele, a categoria não foi ouvida em relação ao decreto. Os colegas concordam com Aldenir.
"A gente já vai ter um prejuízo com a pintura do carro. O adesivo estraga o veículo e para arrumar não sai por menos de R$ 3 mil", reclamou Edson Estevam da Silva Filho, 34 anos e há quatro na profissão. Ele também alega que as faixas chamam mais atenção do que deviam. "É perigoso para nós que trabalhamos de madrugada", pontua.
O Sindicato dos Permissionários e Motoristas Auxiliares de Táxi do DF (Sinpetaxi) alega que o decreto da nova programação visual foi imposto sem uma posição da classe.
Segundo a presidente, Maria do Bonfim Pereira, os carros já seguem as cores padronizadas, que é uma forma de identidade visual.
ENQUETE
O que você acha da nova identidade visual para os táxis da cidade?
"Eu vejo com bons olhos a padronização. É uma medida muito boa para poder identificar pelas ruas os carros que prestam o serviço" Albino Teixeira, 52 anos, bancário
"Gostei muito das faixas verde e amarelo. Acho muito importante esse tipo de identificação. Torna o serviço mais ágil e mais rápido"Solange Alexandre dos Santos Oliveira, 43 anos, secretaria- executiva
"Acho interessante. Em outras cidades, como Porto Alegre, já é assim. É bom para que os aproveitadores não façam uso errado da lei que dá benefícios aos motoristas" Alaor Pereira, 45 anos, bancário
"Com as faixas, os carros ficam bem identificados. Só as placas deixam a identificação confusa. A sinalização é pequena e escondida" Claudione Nogueira, 35anos, vendedora
Renato Alves
Publicação: 28/09/2009 09:12 Atualização: 28/09/2009 14:59