Rodolfo Borges
Publicação: 11/09/2009 08:00
Rodolfo Borges
Publicação: 11/09/2009 08:00
Publicação: 10/09/2009 18:21 Atualização: 10/09/2009 18:21
Helena Mader
Publicação: 05/09/2009 08:26 Atualização: 05/09/2009 08:52
Helena Mader
Publicação: 03/09/2009 17:42 Atualização: 03/09/2009 18:57
Foi assinado nesta quinta-feira (3/9) o termo de compromisso estabelecendo que a União repassará para a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) a área onde fica a região administrativa de Vicente Pires.
As terras serão transferidas do governo federal para o governo do Distrito Federal logo após o registro em cartório. O convênio foi assinado pelo governador do DF, José Roberto Arruda, e pela superintendente regional de Patrimônio da União, Lúcia Carvalho.
O governo espera começar a venda dos lotes já em novembro. "Até o fim do ano, os moradores poderão comprar os seus lotes a preço de terra nua, três vezes menores do que o valor comercial. Já os moradores de baixa renda não precisarão pagar nada, se estiverem de acordo com as regras do Estatuto das Cidades, ou seja, ter renda de até cinco salários mínimos", explicou Arruda.
Lúcia Carvalho reafirmou a importância do título de propriedade. "É muito importante para que as pessoas tenham moradia digna e regularizada", afirmou.
Preço médio
Ela disse que espera que a Terracap cumpra o compromisso de vender o metro quadrado em Vicente Pires por R$ 70. Com isso, o preço médio de um terreno de 800 metros quadrados seria de R$ 56 mil, que poderão ser pagos em até 240 vezes. A superintendente lembrou que todo o recurso que o GDF arrecadar com as vendas terá que ser investido na urbanização da região.
Agora o GDF tem que aguardar a licença de instalação e a aprovação do projeto urbanístico para conseguir o registro de cada lote. Vicente Pires foi transformada em região administrativa independente em maio deste ano. A região tem mais de 12 mil imóveis.
TRIBUNA DO BRASIL
02/09/09
Construção de viaduto gera desvio na EPTG
O trânsito na via expressa da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) – sentido Plano Piloto-Taguatinga – na altura do Jóquei Clube, será desviado para marginal norte, numa extensão de
De acordo com informações da Secretaria de Transportes do DF (Setrans), a mudança tem por objetivo o início da construção do viaduto da Estrada Parque Vale (EPVL). Toda região estará sinalizada e permanecerá assim por aproximadamente quatro meses, durante as obras do viaduto. Não haverá maiores congestionamentos no local, visto que continuará tendo três faixas de rolamento de cada lado.
A chamada Linha Verde visa desafogar o fluxo de carros na cidade. O primeiro trecho da obra, que integra o programa Brasília Integrada, começa no início da EPTG e vai até o início da Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG). A ampliação do trecho de
A obra, orçada em R$ 244 milhões, constituirá na construção de cinco viadutos, duas marginais, corredores exclusivos para ônibus, 17 estações de passageiros, bicicletário e ciclovias. O primeiro viaduto será na entrada de Águas Claras e Vicente Pires. O próximo, na área de acesso ao Jóquei Clube. O terceiro será construído no acesso ao Guará, seguido de outro nas proximidades do Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA). O último previsto no projeto será na Epia.
As novas marginais, os corredores destinados aos ônibus, feitos de concreto e em tonalidade diferente da massa asfáltica, somados às faixas já existentes, ampliarão o fluxo de carros e darão ao motorista a possibilidade de cinco faixas em cada sentido, quatro para os carros particulares e uma para o transporte coletivo. Nas marginais circularão somente os micro-ônibus que farão a ligação entre as cidades. Paralelo a estas mudanças, o GDF fará campanha para incentivar o uso do transporte público, principalmente o metrô.
Gabriela Lima
Publicação: 02/09/2009 08:42 Atualização: 02/09/2009 09:22